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Como configurar um captive portal (UniFi, Meraki, Omada, Mikrotik)

Configurar um captive portal significa fazer o seu equipamento Wi-Fi redirecionar todo visitante para uma página de autenticação antes de liberar a internet. O princípio é o mesmo em qualquer fabricante — muda apenas onde o recurso fica no painel. Abaixo, o passo geral e onde encontrar o ajuste em UniFi, Cisco Meraki, TP-Link Omada e Mikrotik. Com a WiExp, o portal roda sobre os access points que você já tem, sem troca de marca.

Resumo rápido:

  • Todo captive portal faz três coisas: interceptar o acesso, autenticar o usuário e liberar a navegação.
  • O método mais flexível é o external captive portal (portal externo) com RADIUS — a autenticação roda numa plataforma em nuvem, não no equipamento.
  • Praticamente todo AP/controladora gerenciável suporta: UniFi, Meraki, Omada, Mikrotik, Aruba.
  • O “walled garden” (lista de domínios liberados antes do login) é o detalhe que faz a página de login carregar corretamente.

Como funciona um captive portal, por dentro

Independentemente da marca, o fluxo é este: o visitante conecta na rede; o equipamento percebe que ele ainda não está autenticado e intercepta a navegação, redirecionando para a página do portal; o usuário se autentica; a plataforma avisa o equipamento, que libera a sessão. Dois conceitos aparecem em todos os fabricantes:

  • External captive portal — a página de login fica numa plataforma externa (como a WiExp), o que permite personalização, dados e campanhas sem depender do equipamento.
  • RADIUS — o protocolo padrão que valida o acesso e aplica políticas (tempo, banda) de forma centralizada.

Onde fica o ajuste em cada fabricante

Ubiquiti UniFi

No UniFi Network, o recurso fica em Hotspot / Guest Control: ativa-se o portal de visitantes, define-se o método de autenticação e, para portal externo, aponta-se o endereço da plataforma e liberam-se os domínios no walled garden.

Cisco Meraki

No Dashboard da Meraki, cada SSID tem uma seção de Splash page, onde se escolhe o tipo de portal (incluindo portal externo com RADIUS) e se configura o walled garden em Access control.

TP-Link Omada

No controlador Omada, o Portal é configurado por SSID/rede, com opção de portal externo e servidor RADIUS, além da lista de pré-autenticação (walled garden).

Mikrotik

No RouterOS, usa-se o Hotspot (com perfil apontando para o portal externo e RADIUS) e a Walled Garden para liberar os domínios da página de login antes da autenticação.

Os nomes de menu mudam entre versões de firmware; o conceito — portal externo + RADIUS + walled garden — é o mesmo.

Os erros mais comuns

  • Walled garden incompleto — se os domínios do portal e dos logins sociais não estão liberados, a página de login não carrega.
  • SSID sem isolamento — visitantes na mesma rede que os sistemas internos; separe por VLAN.
  • Sem registro de acesso — rede aberta e anônima, fora do Marco Civil e da LGPD.

Perguntas frequentes

Preciso trocar meu access point para ter captive portal?

Não, desde que ele seja gerenciável. UniFi, Meraki, Omada, Mikrotik e Aruba suportam portal externo. A WiExp integra multifabricante, sobre o que você já tem.

Posso usar um captive portal externo em vez do nativo do equipamento?

Sim — e é o recomendado. O portal externo dá personalização, coleta de dados com consentimento e campanhas, sem ficar preso ao painel do fabricante.

Preciso de um servidor RADIUS?

Para políticas e autenticação centralizadas, sim — mas ele pode rodar em nuvem, gerenciado pela WiExp, sem servidor no seu site.

Dá para usar equipamentos de marcas diferentes juntos?

Dá. O portal externo padroniza a experiência mesmo com um parque de APs misto.

Quer o captive portal configurado sobre o seu equipamento, sem dor de cabeça? Agende uma demonstração da WiExp.